sexta-feira, 8 de junho de 2012

Essa postagem é para todas as minhas colegas de sala que estão a ponto de começar o seu TCC.

A angústia do TCC

26/04/2010 por rodrigovr

Estamos na metade do semestre.
Há 6 anos que oriento TCC de alunos de graduação. Não é uma amostra significativa, mas já dá para formar uma idéia geral sobre o desenvolvimento e sobre as angústias sofridas pelos alunos na fase terminal do curso.
No início da minha vida de professor orientei aluno de administração e de turismo e dava aulas de metodologia no primeiro e no último período de alguns cursos de graduação (ou melhor Métodos e Normas Técnicas para trabalhos acadêmicos).
Há 3 anos que comecei a trabalhar em apenas cursos de comunicação (jornalismo e publicidade) ministrando disciplinas específicas e orientando TCCs relacionados às disciplinas que ministro (cibercultura, teorias da comunicação) e relacionados às bases da minha formação na graduação(criação visual, comunicação e arte).
Tá… e daí?
Pois é… nestes 6 anos de trabalho de orientador sempre me deparei com um grande problema: A angústia do Final do Curso!



Todos os meus queridos orientandos passaram pelo mesmo processo: Começam super entusiasmados, somem 2 ou 4 semanas no meio do semestre e os que consigo conversar neste período de desaparecimento no meio do semestre estão passando pelo mesmo problema: Medo de formar!
Nem sempre muito claro em suas cabeças esse é um medo que aparece no meio do texto e da pesquisa de TCC, na dúvida de se estão no caminho certo, de se escolheram uma temática correta e na crise sobre a utilidade da pesquisa que está desenvolvendo para sua monografia de final de curso e sua profissão.
Vi isso acontecer na graduação, na especialização e no mestrado com colegas e isso também aconteceu comigo em todos os trabalhos de final de curso!
Vejo meus alunos e colegas, sempre ao final de curso questionarem se estão no caminho certo, se escolheram a profissão correta, se serão felizes ou se terão empregos nas áreas que escolheram!
Sentem-se todos perdidos. E isso os faz brecar! Eles congelam e não conseguem escrever, mesmo os mais brilhantes e seguros de si, travam nessa hora.
É aí que entra o orientador.
O orientador precisa devolver a paz ao aluno. Precisa arrumar um jeito de fazê-lo compreender que não importa se é ou não é o caminho certo e sim o que importa é completar o percurso, pois se o caminho não for o correto é mais fácil tomar outro caminho depois do que voltar tudo ao começo.



Cabe ao orientador mostrar ao orientando que ele está, cúmplice, ao seu lado mostrando o final do caminho. Dar segurança e recompor o estado de espírito ao desorientado para que ele possa dar o passo seguinte nessa corda bamba.
Cabe ao orientador demonstrar que todos passam por essa angústia e que ninguém vai direto ao final, mesmo os que aparentam ser mais firmes. Quando olhamos o trabalho dos outros sempre parece ser mais e melhor que o nosso.
Sempre parece que os outros não sentem medo ou dor de terminar seus cursos. E mais, quem terminou se esquece do momento de crise que passou e só lembra dos louros da vitória e não das dores e feridas do combate.
Amigos que estão fazendo seus trabalhos de final de curso: A crise é normal ao ser humano!





REFERENCIA: http://acoisaehpessoal.wordpress.com/2010/04/26/a-angustia-do-tcc/

quarta-feira, 6 de junho de 2012








 A dança na escola

A dança é, sem dúvida, uma das maiores catalisadoras da manifestação e expressão do movimento humano. No âmbito educativo, ela é pedagógica e ensina tanto quanto os esportes, jogos e brincadeiras. A dança pode (e deve) ser usada como meio de crítica social para o questionamento de valores preestabelecidos, padrões repetitivos e modismos, como, por exemplo, as coreografias com fortes apelos sexuais, que aparecem incessantemente em programas de TV.
Além disso, a dança, como processo performativo, está ligada à estética e à plástica, podendo trabalhar não apenas com o movimento, mas com sensações e sentimentos. Quem não se emociona ao acompanhar um espetáculo de dança? Seja clássica — como o balé —, popular — como a "dança de rua" — ou folclórica — como a chula, o fandango, o forró e o baião —, a dança é um forte estímulo de percepções sensoriais. Ritmo, sonoridade, visão e expressão são capacidades levadas ao extremo nessa prática corpórea.

Mas, afinal, como a dança pode ser inserida nos currículos de Educação Física dos ensinos Fundamental e Médio?
A resposta é mais simples do que se pensa, pois, ao contrário do que muitos professores acreditam, a última preocupação que se deve ter com relação à finalidade da dança diz respeito à ação performática.
Em outras palavras, o professor não precisa demonstrar amplo domínio de estilos e técnicas de dança, mas, simplesmente, coragem para “quebrar” determinados preconceitos ligados a ela.

Por meio da dança, o professor pode trabalhar vários conteúdos:
  
1) A diferença entre gêneros — meninos e meninas têm comportamentos diferentes que podem ser facilmente notados e trabalhados por meio da dança.
  
2) O domínio corporal e a ritmicidade — o dançarino tem um domínio lógico espaço/temporal bastante desenvolvido. Assim, dominar ritmos pode contribuir para as ações do cotidiano, auxiliando em atividades do dia-a-dia.

3) A diversidade cultural e os variados estilos — de região para região, o estilo de dança varia bastante, pois na cultura brasileira existem várias culturas regionais que são formadas de acordo com o modo de vida de seus habitantes.
  
A dança é um meio quase ilimitado de aprendizagem.
Mas o professor deve tomar cuidado ao trabalhá-la como conteúdo educativo: ele não pode, de maneira alguma, reforçar modismos, que geralmente são lançados pelos meios de comunicação de massa com intenção exclusivamente comercial. Ele deve alertar seus alunos sobre os interesses da indústria cultural para que seu trabalho não omita a existência dos estilos comerciais, mas desperte o senso crítico de seus educandos a respeito deles.
Finalizando, cabe ressaltar que, assim como em relação aos esportes, nada impede o educador de desenvolver a dança como um trabalho que vise à performance, desde que, para isso, sejam convidados alunos que possam treinar em horários extracurriculares, como em contraturno, por exemplo. E aqueles que ainda não dominam a dança também podem ser iniciados na prática, cabendo ao professor dividir as turmas de acordo com o nível de habilidade dos alunos.
O importante é não temer a dança, pois ela trabalha valências ecléticas e fundamentais ao desenvolvimento humano, como o condicionamento físico geral, a capacidade cardiorrespiratória, a sociabilização, o equilíbrio, a destreza e a coordenação motora fina.


Referencias: http://www.educacional.com.br/educacao_fisica/educadores/educadores22.asp
 
Educação a Distancia

Bom, falar de EaD não é muito facil ja que existe muitas opniões a favor e contra a educação a distancia. Mas falarei daquilo que acho e não do que os outros pensam.
A unica vantagem que vejo na EaD é que o academico não precisa ir todos os dias a faculdade, não precisa sentar por 4 horas em uma cadeira escutando muitas vezes coisas desnecessaria de um professor que se dis "Mestre". Unica vatagem que vejo é essa, mas, essa é minha opnião, deixo bem claro isso.
A desvantagem é que você não tem o professor por perto para te ajudar quando precisa. O academico tem que se virar sozinho. Ler todas as apostilas, fazer todos os exercicios mandados e pronto, sem ajuda alguma, isso é bom para o aluno para buscar sozinho suas respostas, mas até onde isso é bom ou ruim?
Como alguém pode aprender algo a distancia, vendo um professor uma vez por semana? Não entendo isso, por mas que tenha varios metodos de ensino, que no caso da EaD a principal é a tecnologia, não sei como esses alunos conseguem absorver tudo o que é nescessario tendo um só encontro com o professor por semana. Sendo que na maioria das vezes é somente um encontro mesmo, porque nos outros tem apresentação de trabalhos, provas, redações e etc. Se nós que fazemos faculdade presencial, 4 anos suando pra nos formar, como alguem pode se formar a distancia? Não concordo nem um pouco com a EaD, essa é minha opnião, repito essa é minha opnião.